Pontos Turísticos › Gastronomia em São Paulo

Em busca de um dos 50 melhores restaurantes do mundo? O D.O.M, do chef Alex Atala, foi eleito pela revista britânica "Restaurant" como um dos "Top 50" do planeta, o único da América Latina. Procura por uma experiência única na qual os garçons começam a entoar canções consagradas da Broadway? Vá ao restaurante Brooklyn, prepare o coração e o paladar.


Prefere um ambiente mais descontraído, com petiscos consagrados que vão de uma simples coxinha, como a do Frangó, ou um farto sanduíche de mortadela, como o do Mercadão? Ou um tradicional pastel de feira como o das barracas em frente ao Estádio do Pacaembu?


Pizzas? Se os italianos a criaram, os paulistanos aprimoraram e fizeram dela uma instituição, que pode ser saboreada em charmosos casarões, como a Veridiana (Higienópolis) ou a Leona (Campo Belo), com massas finas como a do Camelo ou Cristal, nos Jardins. Mais grossas, como a Castelões, no Brás, ou até mesmo nas padarias, outra instituição paulistana. Há milhares de padarias espalhadas pela cidade, que vão muito além do pão que, por si só, já é uma delícia. Prefere um rodízio? Então escolha entre o tradicional churrasco, sopas ou até mesmo rodízio de sushi.


Formada por mais de 50 nacionalidades e brasileiros de todos os estados, a cidade de São Paulo é um verdadeiro mosaico de culturas que se reflete diretamente na sua identidade – multicultural e diversa – e conseqüentemente na sua cozinha, o que faz da capital um dos maiores centros de gastronomia do mundo.


A cidade possui cerca de 12,5 mil restaurantes, com 52 nacionalidades, etnias e regionalidades. Das mais diversas influências dos temperos tipicamente brasileiros às tendências internacionais de cozinha contemporânea formando uma combinação indescritível – é preciso experimentar. E os números seguem expressivos. Contabilizam-se 15 mil bares nos quatro cantos da cidade, 600 restaurantes japoneses, 3,2 mil padarias, 6 mil pizzarias e 500 churrascarias. Aqui são feitos diariamente 10,4 milhões de pãezinhos (ou 7,2 mil por minuto), 1 milhão de pizzas (720/min) e 400 mil sushis (278/min).


É só pensar em uma determinada culinária. Em São Paulo é possível encontrar sempre um restaurante, bar ou balada que seja do agrado do turista ou do morador. Tudo vai depender da equação entre o orçamento e o desejo. Sejam quais forem os indicadores, ninguém ficará de mãos abanando, pois aqui é possível encontrar restaurantes conforme o perfil e o bolso do visitante.

Isso é muito bem traduzido pela mistura de cores e sabores do Mercado Municipal (o Mercadão), onde os gourmets e gourmands acham de tudo – temperos, guloseimas, vegetais, carnes, peixes e petit fours até os mais famosos pastéis de bacalhau e carne seca ou sanduíches de mortadela.


No bairro da Liberdade encontram-se restaurantes japoneses e muitas pastelarias. O Bixiga é o bairro das cantinas, com uma infinidade de opções. Na Vila Madalena estão os típicos bares e botecos, com petiscos de dar água na boca. Mas há muito tempo, São Paulo cruzou essas fronteiras. Restaurantes japoneses, por exemplo, já não ficam apenas no bairro da Liberdade – é possível encontrar ótimos sushis nos Jardins, em Pinheiros e no Morumbi. Quibes e esfihas estão na Vila Mariana, no Paraíso e em Higienópolis. Franceses, na Consolação ou na Vila Madalena.

Cidade que não pára, São Paulo tem também incontáveis restaurantes de fast-food – especialmente lanchonetes, desde as de redes internacionais até as mais chiques. A moda é provar hambúrgueres "de grife", temperados por chefs de primeira grandeza. A maioria deles está no bairro do Itaim, que abriga o "corredor do hambúrguer": na Rua Joaquim Floriano e proximidades, o sanduíche é servido com capricho em lanchonetes tradicionais, como o Joakin's e o New Dog. Ou o General Prime Burger, pilotado pelo estrelado chef Sérgio Arno.


E a zona sul também tem muitas opções. Nos bairros de Moema e Ibirapuera, a concentração maior é na Avenida Lavandisca: ali há vários bares, do moderninho ao tradicional, passando por cantinas italianas. A pizza está bem representada por lugares como a Brás, vizinho do ótimo bar Original, ambos também em Moema.


As docerias também fazem bonito e chegam a ficar abertas 24 horas, como a Ofner, da Avenida Ibirapuera ou da Rua João Cachoeira. A presença germânica é forte nos restaurantes da região, como nos alemães Konstanz e Windhuk (a truta é imperdível) e nos suíços Florina e Platz.


Se subir até a Vila Mariana, descubra os árabes Catedral e Jaber ou algum outro da região. Se quiser petisco, recorra ao Rancho da Empada cujo salgado derrete na boca. Na Rua Joaquim Távora, concentram-se alguns dos melhores bares do bairro, freqüentados durante a semana pelos alunos de universidades. É sempre uma garantia de gente bonita e animada na mesa ao lado.


A região da Avenida Paulista também reserva muitas opções. Alguns dos melhores restaurantes da cidade estão lá. De sanduíches às sofisticadas casas dos Jardins, passando pelos ambientes mais descolados e "moderninhos". Numa de suas travessas, a Rua Haddock Lobo, convivem em paz o ótimo Arábia, servindo cuscuz marroquino aos sábados, e a rotisserie judaica Z-Deli, com um gefilte fish excelente. Estrelados e recomendados apenas a bolsos bem reforçados, o Figueira Rubayat e o Fasano – dentro do luxuoso hotel da família – representam a alta gastronomia na cidade.


Se você não sabe se quer encontrar celebridades ou ser visto como uma, decida-se nas mesas do Spot. A dois quarteirões da Paulista, o Mestiço ferve todas as noites, com gente bonita e famosa circulando entre as mesas, criando dificuldades para se decidir entre uma trouxinha tailandesa ou um baiano acarajé. Para os famintos da madrugada, a boa padaria Galeria dos Pães, na Rua Estados Unidos, fica aberta 24 horas, prepara sanduíches e serve um bufê de sopas disputadíssimo. Outra padaria, aberta há menos de um ano, mas que já vem somando fãs pela cidade, é a Villa Grano, na Vila Madalena, mais precisamente na Rua Wisard, também 24 horas.


Para quem preza a tradição, um dos lados da Paulista leva à região do Bixiga (Bela Vista). No bairro, a Rua Treze de Maio e suas travessas reúnem cantinas antigas, onde a ordem é servir porções fartas. Ali fica uma das mais tradicionais pizzarias da cidade, a Speranza – responsável pela apresentação da pizza marguerita aos brasileiros e de um extraordinário pão de lingüiça. Entre as inúmeras cantinas, em direção à Consolação, em Higienópolis, próximo à Avenida Angélica, não deixe de experimentar o mais tradicional – e delicioso – polpetone da cidade, no Jardim di Napoli. Aproveite e peça um autêntico queijo parmesão de tira-gosto.


Se a boemia é a sua praia, encontre a sua turma na Vila Madalena, na zona oeste. Por suas ruas de nomes tão esquisitos quanto Aspicuelta (foi um padre espanhol do século 16), Girassol (a flor) e Purpurina (o enfeite), funcionam bares para todas as preferências: há botecos "clássicos", com azulejos na parede, chope gelado e caldinho de feijão, como o Filial; há os que reúnem jornalistas e aficionados por futebol, como o São Cristóvão (em homenagem a um time carioca do qual poucos se lembram); e para o público GLS, o Farol Madalena é a grande dica.

Já o padre Aspicuelta seria até capaz de tomar um vinhozinho depois da missa em alguns dos bares da "sua" rua, como o Posto 6 (que homenageia o Rio), o Zé Menino (que homenageia Santos) ou o Salve Jorge e seu fartíssimo cardápio de cervejas de todos os cantos do mundo.


As churrascarias são outro grande atrativo da capital paulista. E há exemplares para todos os gostos e bolsos. Em São Paulo, elas são mais de 500. Nas marginais e também na Avenida 23 de Maio está a maior parte delas. Dos famosos rodízios, como a Fogo de Chão (Avenida 23 de Maio e Avenida dos Bandeirantes), a Jardineira (Avenida dos Bandeirantes), a Rodeio (na Rua Haddock Lobo), a Vento Haragano (Avenida Rebouças), onde também está a ótima Paulista Grill, esta última para os bolsos mais modestos. Quando se trata de carne a la carte, as opções também são muitas – as da rede Rubaiyat (Baby Beef e Figueira), no Paraíso, Itaim e nos Jardins, são freqüentadas por um público de alto poder aquisitivo. E costumam ser consideradas as melhores casas de carnes de São Paulo.


E já que o tema é esse, não faltam restaurantes argentinos e uruguaios pela cidade, com carne macia e das mais suculentas, como reza a tradição. Destaques para os argentinos Bárbaro, no Itaim, Parrilla Argentina, na Saúde, ou o La Caballeriza, na Alameda Campinas, nos Jardins. E para o uruguaio El Tranvía, na região de Higienópolis. Não esqueça de pedir o suflê de queijo de acompanhamento. Prefere o original espanhol? Não perca a paella do Don Curro, eleito recentemente o melhor espanhol da cidade.


Vindos do outro lado do mundo, os restaurantes japoneses tomaram conta da cidade e vão dos sofisticados, como o Jun Sakamoto ou o Nakombi, aos mais acessíveis, como o Koi, de boa qualidade e presente em várias regiões da cidade. E há ainda os rodízios japoneses, fartos nas regiões de Pinheiros, Vila Madalena e Jardins, como o Mori Sushi e o Kabuki, ou Vila Olímpia e Itaim, destaque para o Noyoi. E há muitos ambientes especiais para o fim de noite, como a Forneria São Paulo ou o Pasta e Vino. Prefere os românticos – no inverno, não faltam opções de fondues pela cidade, para serem saboreados a dois, como o Casa da Suíça, em Pinheiros, ou o Chalet Suisse, no São Paulo Othon Hotel, no Centro.


Aliás, o Centro da cidade tem boas opções para quem não quer ou não pode gastar muito. O Bar do Léo, na Rua Aurora, está entre os mais tradicionais, assim como o Estadão, na Avenida Nove de Julho, no Anhangabaú. Para bolsos medianos e amantes da MPB, o Bar Brahma completa uma das mais famosas esquinas da cidade – o cruzamento das avenidas Ipiranga e São João. E há outras opções charmosas na região, como o Café Girondino, com decoração do início do século 20, a rotisserie dos monges do Mosteiro de São Bento, dentro do próprio Mosteiro, ou o tradicional Terraço Itália, no 44o andar do Edifício Itália e com uma bela vista em 360o da cidade de São Paulo.


Outra vista imperdível da cidade é a do Skye, no alto do Hotel Unique, na Avenida Brigadeiro Luis Antônio, comandado pelo chef Emanuel Bassoleil. Ou o The View, nos Jardins. Ambientes especiais ainda no francês La Tambouille ou no italiano La Risotteria. E ainda a cozinha contemporânea e consagrada de chefs estrelados, como Carla Pernambuco (Carlota), Morena Leite (Capim Santo), Bella Masano (Amadeus) e o sempre consagrado Sergio Arno (La Vechia Cuccina). Em uma autêntica viela italiana. É assim que se sente quem visita o belo Il Viccolo Nostro, no Brooklin, na zona sul da cidade.


Mas as delícias não se resumem às mesas de bares e restaurantes. Elas passam por docerias como a Cristallo, pelos alfajores argentinos do Havana Café, pelos chocolates, da Chocolat Du Jour, pelos sorvetes da Häagen-Dazs, do Stuppendo, da Sottozero ou da Gelateria Parmalat, todos nos Jardins, mas com algumas filiais pela cidade, especialmente nos shoppings.

Outra dúvida para os paulistanos, moradores e visitantes, é escolher entre o melhor café. O expresso é uma importação que se tornou instituição local e há pontos onde eles recebem requintes que vão de aromas a sabores e dezenas de combinações. Experimente o Suplicy, na Alameda Lorena, os muitos Frans Café, todos 24 horas e presentes em vários bairros, e a mais recente aquisição da cidade, o Starbucks, nos shoppings Morumbi e Eldorado e com filas que fazem jus a um dos mais famosos cafés do mundo.


Outra deliciosa disputa paulistana tenta apurar qual o melhor chope da cidade. São tantos os finalistas que o jeito é provar o máximo que se puder. Não faltam candidatos na Vila Madalena, em Pinheiros, na Vila Mariana e no Centro. O diferencial fica por conta dos acompanhamentos, que podem começar no caldinho de feijão e acabar no frango assado na brasa. Recém-chegado do Rio, o Devassa, na Alameda Lorena, com seus vários tipos de chope, vem sendo considerado como dono da melhor happy hour (outro hábito paulistano). Uns colocam a desculpa no trânsito, mas o fato é que a happy hour já se tornou parte da vida de quem vive na metrópole mais diversa do hemisfério sul.


E tem muito mais. Venha e explore seus sentidos. E por falar neles, não faltam também bons vinhos e restaurantes com cartas de primeira e com grande número de opções. Mas aí é assunto para outro roteiro. Veja outras dicas em www.cidadedesaopaulo.com.


fonte: http://www.cidadedesaopaulo.com/eventos/acontece.asp?idnot=906

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